REME - Revista Mineira de Enfermagem

ISSN (on-line): 2316-9389
ISSN (Versão Impressa): 1415-2762

QUALIS/CAPES: B1
Periodicidade Continuada

Enfermagem UFMG

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Volume: 13.3 DOI: http://www.dx.doi.org/S1415-27622009000300016

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Revisão Teórica

A técnica Delphi e seu uso na pesquisa de enfermagem: revisão bibliográfica

The Delphi technique and its use in brazilian nursing research: bibliographical review

Amparito V. CastroI; Magda RezendeII

IDoutoranda da Escola de Enfermagem da USP, Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Psiquiátrica. Mestre em Enfermagem na Saúde do Adulto. Enfermeira do Serviço de Educação e Pesquisa do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo-SP, Brasil. E-mail: amparito@ig.com.br
IIProfessora associada do Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Psiquiátrica da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo-SP, Brasil. Coordenadora do grupo de pesquisas "Cuidado à Saúde Infantil". E-mail: marezende@yahoo.com.br

Endereço para correspondência

Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo. Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Psiquiátrica
Av Dr Enéas de Carvalho Aguiar 419, 2º andar
CEP 05403-000, São Paulo-SP

Data de submissão: 28/4/2009
Data de aprovação: 18/11/2009

Resumo

A técnica Delphi permite construir e validar informações por meio de consenso de especialistas. Pode ser usada por várias áreas do conhecimento, dentre as quais a de enfermagem. O objetivo com esta pesquisa foi identificar e caracterizar artigos que utilizaram a técnica Delphi e que foram publicados em periódicos brasileiros de enfermagem. Na revisão bibliográfica, foram utilizadas as bases de dados LILACS, MEDLINE e DEDALUS. Foram encontrados 12 artigos, entre 1996 e 2008, publicados em quatro revistas vinculadas a universidades públicas. Dos 22 autores, 19 estavam vinculados a programas de pós-graduação stricto sensu de instituições públicas. Cinco estudos estavam vinculados à área de administração, três a cuidados diretamente com adultos, três à educação e um à de metodologia da pesquisa. As desvantagens foram: desistência de especialistas ao longo do processo, bem como demora no retorno dos questionários para o pesquisador. As vantagens foram: acessar especialistas com experiências diversificadas, mesmo que distantes geograficamente. Os objetivos propostos nas pesquisas foram alcançados. Concluiu-se que a utilização da técnica Delphi pode contribuir para o avanço científico em todas as especialidades e campos de atuação da enfermagem.

Palavras-chave: Técnica Delfos; Pesquisa em Enfermagem; Cuidados de Enfermagem

 

INTRODUÇÃO

A técnica Delphi consiste em método sistematizado de julgamento de informações, útil para obter consensos de especialistas sobre determinado tema por meio de validações articuladas em fases ou ciclos. É realizada de forma coletiva por especialistas, também chamados de peritos ou juízes. A técnica em questão pode ser aplicada a dados quantitativos ou qualitativos.1 Na enfermagem brasileira, o primeiro trabalho foi realizado em 1995, com a finalidade de identificar diagnósticos e condutas de enfermagem aplicáveis a lesados medulares atendidos em programa de reabilitação.2 Os especialistas são escolhidos de acordo com a competência na área. Considera-se importante a experiência no assunto, bem como idioma e cultura comuns para evitar interpretações distintas pela diferente percepção social.3,4 As identidades dos especialistas não são reveladas ao público, tampouco entre si. Não há consenso no que tange ao número de especialistas que poderão compor o grupo,5 uma vez que os resultados obtidos não dependem de extensas fontes de dados.6,7

O pesquisador elabora um questionário objetivo explorando os pontos acerca dos quais quer atingir consenso e o envia aos especialistas. O questionário circula pelo grupo de especialistas até o consenso ser obtido. As questões podem ser estruturadas ou não. Os métodos de escalonamento mais comuns são os de Likert, Thurstone e de Guttman.5

A construção dos questionários segue ciclos sequenciais. No primeiro, identificam-se os objetivos do estudo, bem como são fornecidas instruções para preenchimento e devolução. Esse questionário é construído de forma geral e abrangente, com o intuito de formular uma lista de itens que vão compor os questionários posteriores.8 Usam-se testes estatísticos como parâmetro para modificar ou não as questões.9

O segundo ciclo traz questões novas ou modificadas com base nas respostas obtidas no primeiro. Obrigatoriamente, os resultados das estatísticas obtidas no primeiro ciclo são apresentados aos especialistas, a fim de que acompanhem os resultados que estão sendo construídos. Isso possibilita a cada um rever sua argumentação diante de cada questão.8,9

No terceiro ciclo, o pesquisador poderá decidir os pontos que manterá ou eliminará,2,9 ou seja, buscará o consenso. As rodadas de envio dos questionários (ciclos) sucedemse até que seja atingido um grau satisfatório de convergência. Geralmente, acontecem de dois a três ciclos, podendo haver mais.9 O nível de consenso é reservado ao pesquisador e na literatura varia de 50% a 80%.2

A principal vantagem da técnica Delphi é a obtenção de conhecimentos e critérios mesmo com especialistas distantes geograficamente.2,5 Há, também, vantagens econômicas por dispensar transporte, tempo, correio, acomodação, alimentação, remuneração do tempo dos participantes.10 Com a não interação entre os especialistas, evitam-se influências entre as respostas. Como todas as modalidades para a obtenção de dados, a técnica Delphi também apresenta desvantagens. A falta de interação entre os especialistas impossibilita esclarecimento ou discussão quanto a discrepâncias. Essa limitação, entretanto, pode ser parcialmente contornada pelo uso de questões abertas ou de espaços livres que permitam esclarecimentos complementares.2,11

O número de especialistas pode ser variado; não há um número fixo ou ideal.8 Sabe-se de estudos com número de especialistas que variou entre 10 e 1,685, valendo mencionar que em painéis maiores a perda de especialistas tende a ser proporcionalmente menor.4 O número de especialistas que desistem dos ciclos também é variado; geralmente, há uma abstenção de 30% a 50% dos especialistas no primeiro ciclo e de 20% a 30% no segundo.9 Vale lembrar que, quanto maior o número de especialistas, maior será a dificuldade para analisar os dados, em decorrência do volume de informações e do fato de que tal volume não está, necessariamente, vinculado à melhor qualidade do dado obtido. Além disso, poderá haver maior dificuldade no controle da duração dos diferentes ciclos.12

O número de ciclos pode ser aumentado, dependendo do objetivo e da análise das respostas, até se obter consenso a respeito do problema que está sendo investigado.13 Recomenda-se estreito gerenciamento do grupo, uma vez que a adesão dos especialistas é determinante para o bom andamento da pesquisa. Recomenda-se que o contato seja feito pelo meio disponível: visitas, telefonemas, cartas ou e-mails. Também é útil definir claramente para os especialistas até quando deverá ocorrer o retorno dos questionários e que esse prazo não seja dilatado demais. A extensão do questionário deve ser a menor possível, sem prejuízo de clareza.8,14

Quanto ao nível de consenso, usa-se, geralmente, entre 50% e 80%, devendo ser definido previamente à análise dos dados.9 O tempo de duração da técnica Delphi pode variar entre duas semanas e um ano, dependendo da complexidade do fenômeno, do número e engajamento dos especialistas e da disponibilidade dos recursos.9,10

Com intuito de conhecer o estado da arte do uso dessa técnica na enfermagem brasileira, foram localizados artigos nos quais ela foi utilizada, caracterizando-os em termos cronológico, temático, geográfico, bem como no que diz respeito à utilidade deles como ferramenta de pesquisa.

 

MÉTODO

Para a revisão bibliográfica, foram usados os sistemas de base de dados Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Banco de Dados Bibliográficos da USP (DEDALUS) e Medical Literature and Retrivial System on Line (Comprehensive Medline), sem limite de data. Os artigos foram filtrados com a expressão booleana and e as combinações dos termos Delphi, Delfos e enfermagem, nursing e enfermería. O critério para inclusão foi ser publicado em periódico brasileiro. Foram excluídas teses e dissertações.

Os dados de identificação dos artigos foram transcritos em formulário criado especialmente para esse fim e são apresentados a seguir.

 

RESULTADOS

Nove artigos publicados entre 1996 e 2008 preencheram os critérios, apresentados no QUADRO 1.

Houve seis publicações entre 1996 e 1999, uma em cada ano, exceto em 1998, em que houve três. Entre 2000 e 2003 não houve publicação e entre 2004 e 2008 houve seis, uma a cada ano, exceto em 2006, em que houve duas.

Os doze artigos foram publicados em quatro revistas: Revista da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (quatro artigos), Acta Paulista de Enfermagem (quatro artigos novamente), Revista Latino-Americana de Enfermagem (três artigos) e Online Brazilian Journal of Nursing (um artigo).

No que concerne à vinculação de autor à instituição, verifica-se que, dos 22 autores, 19 estavam vinculados a instituições públicas, sendo que oito à Escola de Enfermagem da USP (SP), seis à Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da USP (SP), dois à Universidade Federal do Rio Grande do Sul (RS) um à Faculdade de Medicina de São José de Rio Preto (SP), um à Faculdade de Medicina de Marília (SP) e uma à Universidade Federal de Juiz de Fora (MG). Uma autora estava vinculada a uma universidade particular (SP), uma à instituição de home care (SP) e outra a hospital particular (SP).

Cinco artigos estavam relacionados à área de administração, três diretamente à área de cuidado de adultos, três à de educação e outro à metodologia da pesquisa. Chama a atenção que a administração se tenha valido tanto de tal técnica, o que é, no entanto, cabível, dada a possibilidade de embasar o dimensionamento do cuidado, quer este seja prestado ao adulto, quer a criança, no âmbito do hospital ou do lar (home care).

Uma das pesquisas estava relacionada a home care13 e duas a competências em atenção primária de saúde de profissionais, tanto de enfermeiros e médicos1 quanto de enfermeiros.15 Duas pesquisas se relacionavam à lesão traumática de medula espinal.3,8 Em um dos estudos foi avaliado instrumento de registro para sala de recuperação pós-anestésica.12 Em duas pesquisas foi proposta a classificação de pacientes, sendo uma do nível de dependência de pacientes psiquiátricos e outra de pacientes adultos hospitalizados.16,17 Em um estudo focalizou-se o recém-nascido hospitalizado e propôsse instrumento para classificá-lo em termos de seu grau de dependência.18 Em outro estudo foi apresentada uma classificação dos tipos de veias superficiais, segundo suas características, no antebraço e na mão de adolescentes, adultos e idosos.19 Em outra pesquisa, propôs-se um programa para a disciplina de Metodologia da Pesquisa em relação a conteúdo, estratégias e avaliação.20 Em outro estudo, apresentou-se a técnica Delphi como recurso em pesquisa na área de enfermagem.14

O nível terciário de assistência foi o mais frequente (sete artigos). Dois artigos estavam relacionados indiretamente ao nível primário. Em um deles tratava-se de uma análise das competências necessárias a enfermeiros e médicos para atuarem na atenção primária em saúde.1 Outro estudo15 tinha caráter semelhante, mas focado nas competências desejáveis para o enfermeiro de atenção primária.

Em relação ao número de especialistas, constatou-se uma variação de 5 a 111 nas diferentes fases ou ciclos em todos os estudos, sendo que em um não há informação e em outro, não se aplicava.

Em cinco estudos não houve perdas de especialistas em nenhum dos ciclos. No entanto, em três pesquisas houve perda entre 21% e 76%, no cumulativo de todas as fases. Dois estudos não informaram perdas. Em um deles a situação não se aplicava.

Em seis trabalhos foram utilizados dois ciclos. Em um estudo optou-se por um ciclo e em três houve três. Em um estudo não houve relatos quanto ao número de ciclos.

Em relação ao consenso adotado pelos pesquisadores, em seis pesquisas foi considerado um consenso de 70% ou mais; outro estudo estabeleceu 90% ou mais e outro considerou acima de 65%. Somente uma pesquisa aceitou um consenso de 50%. Em dois estudos não foi informado o nível de consenso utilizado.

Em relação ao tempo transcorrido entre o primeiro e o último ciclo, havia a informação em apenas cinco artigos, segundo os quais houve uma variação entre um a cinco meses. A falta de informação prejudicou a análise desse item.

O aspecto mais apontado como ponto fraco pelos pesquisadores foi a perda de especialistas ao longo dos ciclos. A demora na entrega dos questionários foi outra dificuldade.19 No entanto, houve pontos fortes, tais como permitir que enfermeiros com experiências diversificadas pudessem participar como especialistas, bem como possibilitar a reunião de especialistas mesmo distantes geograficamente.10

Segundo a totalidade dos artigos, isto é, 11, uma vez que o referente à apresentação da técnica como um recurso de pesquisa não está computado, a técnica foi plenamente favorável para a consecução dos objetivos.

 

DISCUSSÃO

Chama a atenção que quase todas as pesquisas utilizando a técnica tenham sido realizadas no Estado de São Paulo, bem como publicadas em revistas paulistas. No entanto isso pode ter sido apenas uma coincidência, sendo necessário analisar a produção futuramente a fim de verificar se esse fato continua a ocorrer. Além disso, eram todas vinculadas a programas de pós-graduação em Enfermagem stricto sensu, o que demonstra o quanto as pesquisas em enfermagem ainda estão vinculadas a instituições de ensino, especialmente as públicas.

No que diz respeito ao tema, nas pesquisas utilizando a técnica Delphi foram focalizados, principalmente, estudos com adultos (oito), talvez por essa técnica ter sido trazida para a enfermagem por profissionais que trabalham com esse grupo. Aliás, a primeira pesquisa reportada é um estudo de validação das intervenções de enfermagem para pacientes adultos com lesão medular.8

A tendência ao maior número de estudos no nível terciário, bem como para dimensionamento da assistência, se relaciona, possivelmente, à origem da técnica em instituições hospitalares.8 No entanto, esta pode ser utilizada também para estabelecer outros consensos, como demonstram as pesquisas realizadas para identificar competências que podem ser estimuladas na formação de profissionais na atenção primária de saúde.1,15

Saliente-se que nem todas as informações necessárias para o estudo ora apresentadas estavam presentes nos artigos avaliados. Não houve informação em, pelo menos, um dos artigos sobre os seguintes itens: número de especialistas e sua eventual desistência, número de ciclos, consenso adotado e duração da coleta dos dados, desde o primeiro ao último ciclo. Este último item, especialmente, foi o mais afetado pela falta de informações em seis artigos.

Vale salientar que o nível de consenso utilizado por seis pesquisas foi de 70% ou mais, ou seja, mais elevado do que o geralmente sugerido na literatura, o que pode ter gerado resultados mais rigorosos.

Os pontos fracos apontados pelos autores dos artigos ora analisados foram a dificuldade de identificação dos especialistas, bem como a demora e eventual desistência de retorno dos questionários por parte destes.17-19 Os pontos vantajosos, segundo os autores, superam os prejudiciais, a ponto de considerarem o emprego da técnica útil para o alcance dos objetivos. Cumpre reforçar que os pontos vantajosos foram acessar especialistas com experiências diversificadas, mesmo que distantes geograficamente.9

 

CONCLUSÃO

A técnica Delphi obteve avaliação geral positiva nos artigos analisados. Vale ressaltar que essa técnica tem potencial para ser utilizada em contextos variados, como instituições de ensino ou de saúde, bem como pelas diferentes áreas, tão importantes para nossa profissão, como educação e gerenciamento. Uma forma de exemplificar o uso da técnica Delphi na área educativa seria a resolução de problemas, planejamento e avaliação de currículos, seleção de competências, objetivos, metas e estratégias de programas, bem como desenvolvimento de critérios de avaliação de alunos.1,15,19 Espera-se que a análise ora apresentada contribua para o avanço científico em todas as especialidades e campos de atuação da enfermagem, por se tratar de consolidação de estudos que empregaram essa técnica.

 

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