REME - Revista Mineira de Enfermagem

ISSN (on-line): 2316-9389
ISSN (Versão Impressa): 1415-2762

QUALIS/CAPES: B1
Periodicidade Continuada

Enfermagem UFMG

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Volume: 21:e1052 DOI: http://www.dx.doi.org/10.5935/1415-2762.20170062

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Pesquisa

Produção stricto sensu da enfermagem brasileira sobre segurança do paciente em unidades de terapia intensiva

Brazilian nursing stricto sensu production about patient safety in intensive care units

Alcides Viana de Lima Neto1; Fernanda Belmiro de Andrade2; Soraya Helena Medeiros de Morais2; Cecilia Olivia Paraguai de Oliveira Saraiva3; Suzane Gomes de Medeiros3; Viviane Euzébia Pereira Santos4

1. Enfermeiro. Mestrando em Enfermagem. Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN, Departamento de Enfermagem. Natal, RN - Brasil
2. Acadêmica de Enfermagem. UFRN, Departamento de Enfermagem. Natal, RN - Brasil
3. Enfermeira. Doutoranda em Enfermagem. UFRN, Departamento de Enfermagem. Natal, RN - Brasil
4. Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Professora. UFRN, Departamento de Enfermagem. Natal, RN - Brasil

Endereço para correspondência

Alcides Viana de Lima Neto
E-mail: alcides.vln@gmail.com

Submetido em: 30/06/2017
Aprovado em: 21/08/2017

Resumo

OBJETIVO: caracterizar as dissertações e teses da Enfermagem brasileira que abordam a segurança do paciente em unidades de terapia intensiva. Métodos: pesquisa documental realizada a partir de dissertações e teses, que tem os resumos disponibilizados no banco do catálogo de teses e dissertações da Associação Brasileira de Enfermagem.
RESULTADOS: dos documentos analisados, 32 (80,00%) são dissertações de mestrados e oito (20,00%) teses. No que diz respeito aos objetos de estudo, evidenciou-se que a maioria foi relacionada a investigações sobre lesões por pressão (8; 20,00%), seguidas por infecções relacionadas à assistência à saúde (6; 15,00%), eventos adversos em unidade de terapia intensiva (5; 12,50%) e carga de trabalho da enfermagem (5; 12,50%,).
CONCLUSÃO: a partir do estudo, percebeu-se que os objetos estiveram relacionados a temas de interesse para a enfermagem, em especial as lesões por pressão e infecções relacionadas à assistência à saúde. Ambos são temas relevantes e que estão ligados diretamente ao processo de cuidar pela equipe de enfermagem.

Palavras-chave: Enfermagem; Segurança do Paciente; Unidade de Terapia Intensiva.

 

INTRODUÇÃO

A complexidade do cuidar em enfermagem demanda do profissional competência técnica, humanística e conhecimento científico para o exercício de uma prática fundamentada em evidências científicas. Para isso, torna-se necessário o desenvolvimento de pesquisas que contribuam com a inovação e a qualificação do cuidado.1

Importante representatividade da pesquisa desenvolvida por enfermeiros no Brasil é oriunda dos cursos de pós-graduação stricto sensu que, de acordo com a Resolução nº 1 de 3 de abril de 2001 do Conselho Nacional de Educação e da Câmara Superior de Educação, órgãos vinculados ao Ministério da Educação, compreende os programas de mestrado e doutorado.2

Os dados quantitativos dos programas recomendados e reconhecidos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) indicam o total de 110 cursos de pós-graduação em Enfermagem no território nacional, dos quais 51 (46%) são de mestrado acadêmico, 37 (34%) de doutorado e 22 (20%) mestrados profissionais.3

Nesse cenário, são desenvolvidas pesquisas na área de Enfermagem que podem ser direcionadas para a assistência, ensino ou gerenciamento. No que diz respeito à prática assistencial, alguns trabalhos evidenciam a necessidade de investigações no cenário da unidade de terapia intensiva (UTI), que é a área crítica destinada à internação de pacientes graves, que requerem atenção profissional especializada de forma contínua, materiais específicos e tecnologias necessárias ao diagnóstico, monitorização e terapia.4

Por ser um ambiente crítico, a UTI exige atuação direta da equipe de enfermagem, com dimensionamento diferenciado em relação a outros setores do ambiente hospitalar. A assistência ali prestada é considerada de alta complexidade, o que demanda uma atenção especial aos aspectos relacionados à segurança do paciente (SP).5

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a SP é a redução do risco de danos desnecessários a um mínimo aceitável. Envolve o emprego de recursos para a atenuação de atos perigosos dentro do sistema de saúde, bem como pelo uso das melhores práticas que comprovadamente conduzem a resultados ótimos para o paciente.6

Portanto, este estudo justifica-se pela necessidade do conhecimento sobre a produção, em nível de pós-graduação em Enfermagem, sobre a segurança do paciente em unidades de terapia intensiva. Foi norteado pelas seguintes questões de pesquisa: quais as características das dissertações e teses disponíveis no Catálogo de Teses e Dissertações (CEPEn) da Associação Brasileira de Enfermagem (ABEN) que abordam a segurança do paciente na unidade de terapia intensiva? Como a segurança do paciente na unidade de terapia intensiva é tratada nas teses e dissertações da enfermagem? Em qual(is) protocolo(s) prioritário(s) de segurança do paciente do Ministério da Saúde se enquadra o objeto de estudo das pesquisas de enfermagem?

Objetivou-se então caracterizar as dissertações e teses da Enfermagem brasileira que abordam a segurança do paciente de unidades de terapia intensiva.

 

MÉTODO

Trata-se de pesquisa documental, que se baseia na consulta a materiais compreendidos como documentos e que pode ser utilizada para a organização de informações.7

Os documentos analisados foram os relatórios disponibilizados no formato de dissertações e teses de conclusão de cursos de mestrado e doutorado, respectivamente, que têm os resumos disponibilizados no banco do CEPEn, nos volumes XIX (2001) a XXXIV (2014). Ressalta-se que no site da ABEn estavam disponíveis os catálogos apenas do período citado anteriormente, portanto, todos eles foram analisados.

O banco de teses e dissertações do CEPEn tem a finalidade de promover a difusão do conhecimento acadêmico da enfermagem de forma sistematizada e contínua e foi criado em 1971, inicialmente na forma impressa e a partir do volume 33, publicado em 2015, disponibilizado para acesso livre apenas em meio eletrônico no site da ABEn.

Para a estruturação da pesquisa, elaborou-se um protocolo no qual foram descritos: o tema, o objetivo, as questões norteadoras, estratégias de busca, seleção dos estudos, estratégia para coleta de dados, estratégia para avaliação crítica dos estudos e síntese de dados.

Foram incluídas as dissertações e teses componentes do Catálogo da ABEn, produzidas por enfermeiros, que versam sobre a segurança do paciente em unidades de terapia intensiva. Excluíram-se as dissertações e teses com resumos incompletos, que não responderam aos indicadores de coleta em sua totalidade, aquelas cujo texto completo não está indisponível para download e os estudos elaborados exclusivamente por meio de revisões de literatura.

Utilizou-se um instrumento composto por um questionário, com os seguintes indicadores para a coleta de dados inicial nos resumos disponíveis: nível acadêmico do curso (mestrado ou doutorado); instituição de ensino superior (IES); ano de defesa; local de desenvolvimento do estudo (região e estado); objeto de estudo; desenho metodológico – tipo de estudo, abordagem e técnica de coleta; tipo de UTI pesquisada (adulto, neonatal, pediátrica, mista); sujeitos das pesquisas. A coleta de dados nos resumos foi realizada nos meses de setembro e outubro de 2016 e a análise dos documentos no período de novembro de 2016 a janeiro de 2017.

Após a análise dos resumos do catálogo, os relatórios completos foram acessados a partir dos bancos específicos de cada universidade responsável pelo programa ou no banco de teses e dissertações da CAPES. Procedeu-se a uma análise sistematizada dos documentos e preencheram-se os outros indicadores, constantes no questionário, referentes a abordagens sobre: a) o programa nacional de segurança do paciente (PNSP); b) o núcleo de segurança do paciente (NSP); c) o plano de segurança do paciente (PSP); d) protocolo(s) de segurança do paciente.

A Figura 1 representa o total de resumos analisados de teses e dissertações em cada etapa da pesquisa.

 


Figura 1 - Total de resumos analisados.

 

Os dados foram tabulados no software Microsoft Excel® versão 2016 e categorizados conforme indicadores do questionário de coleta. Após essa etapa, procedeu-se à análise estatística descritiva, que possibilitou a apresentação dos resultados em valores absolutos e relativos.

 

RESULTADOS

Dos documentos analisados, 32 (80,00%) eram dissertações de mestrados e apenas oito (20,00%) teses. Das dissertações, apenas uma (3,13%) foi proveniente de mestrado profissional. A Tabela 1 apresenta o total de estudos selecionados segundo o volume e ano de publicação. Percebeu-se que predominaram as publicações de dissertações no ano de 2013 (8; 25,00%) e de teses nos anos de 2011 e 2012 (2; 25% em ambos). Em relação ao total, o maior número de documentos incluídos foi publicado no ano de 2013 (9; 22,50%).

 

 

Identificou-se que a maioria das pesquisas foi realizada em programas das regiões Sudeste (18; 45%) e Sul (11; 27,50%). Com menor número, apareceram as regiões Nordeste (7; 17,50%) e Centro-Oeste (4; 10,00%). Não foi localizado algum documento oriundo de programas da região Norte. A Figura 2 mostra a distribuição dos estudos de acordo com as instituições de ensino superior (IES) nas quais eles foram realizados. Destacaram-se a Universidade de São Paulo (USP) (13; 32,50%) e Universidade Federal de Santa Catarina (7; 17,50).

 


Figura 2 - Distribuição dos estudos por instituição de ensino.

 

No que diz respeito aos objetos de estudo das dissertações e teses, evidenciou-se que a maioria foi relacionada a investigações sobre lesões por pressão (LPP) (8; 20,00%), seguidas por infecções relacionadas à assistência à saúde (IRA) (6; 15,00%), eventos adversos em UTI (5; 12,50%) e carga de trabalho da enfermagem (5; 12,50%). Foram realizados ainda estudos com os objetos relacionados à temática da segurança na administração de medicamentos (3; 7,50%), cultura de segurança (3; 7,50%), lesões de pele em recém-nascidos (2; 5,00%), restrição física em pacientes (1; 2,50%), tempo de resposta aos alarmes dos monitores multiparamétricos (1; 2,50%), processo de enfermagem informatizado e a SP (1; 2,50%), lesões na córnea (1; 2,50%), identificação do paciente (1; 2,50%), dimensionamento de pessoal (1, 2,50%), comunicação durante a passagem de plantão (1; 2,50%) e atitudes dos profissionais de enfermagem para a SP (1; 2,50%).

Quanto ao desenho metodológico, predominaram os estudos descritivos (37; 92,50%), com abordagem quantitativa (33; 82,50%). Apareceram ainda pesquisas de coorte prospectivo (1; 2,50%), observacional com delineamento de coorte (1; 2,50%) e convergente assistencial (1; 2,50%).

Em relação à abordagem, identificou-se em segundo plano a mista (6; 15,00%), seguida pela qualitativa (1; 2,50%). Para a coleta de dados, o maior percentual dos estudos utilizou questionário estruturado (22; 55,00%) e outros citaram a análise de prontuários (9; 22,50%) sem especificar o método de coleta. Al-guns realizaram observação estruturada (6; 15,00%), entrevista semiestruturada (1; 2,50%), grupo focal (1; 2,50%) e protocolo de estudo semiexperimental (1; 2,50%).

A Figura 3 ilustra os tipos de UTI nas quais foram realizadas as pesquisas, as quais foram classificadas em: neonatal, pediátrica, adulto e mista. Mostra, ainda, o número de estudos que foram realizados simultaneamente em UTI neonatal, pediátrica e adulto, bem como os que não informaram o tipo de UTI.

 


Figura 3 - Tipos de UTI onde foram realizadas as pesquisas.

 

A Tabela 2 traz a categorização dos sujeitos das pesquisas: a) enfermeiros; b) enfermeiros e programadores de sistemas; c) pacientes; d) pacientes e equipe de enfermagem; e) pacientes e profissionais de saúde (quando além da equipe de enfermagem, o estudo incluiu outros profissionais de saúde); f) profissionais de enfermagem; g) profissionais de saúde (estudos que incluíram profissionais além dos de enfermagem).

 

 

Na análise dos relatórios completos das dissertações e teses, foram respondidos indicadores específicos relacionados à SP. Sobre os protocolos básicos de SP, 22 (55,00%) documentos não citaram algum. Nos demais documentos que citaram (18; 45,00%), identificou-se que alguns mencionaram apenas um protocolo especificamente: segurança no preparo e administração de medicamentos (6; 33,33%), prevenção de lesões por pressão (6; 33,33%), higienização das mãos (1; 5,56%), identificação do paciente (1; 5,56%). Outros estudos citaram mais de um protocolo, a saber: prevenção de lesões por pressão e quedas (2; 11,10%), cirurgia segura e higienização das mãos (1; 5,56%) e prevenção de lesões por pressão, identificação do paciente, segurança no preparo e administração de medicamentos e quedas (1; 5,56%).

O Programa Nacional de SP (PNSP) citou cinco (12,50%) dos estudos, assim como o Núcleo de SP (NSP) foi citado em dois (5,00%). Apenas um (2,50%) dos estudos abordou o Plano de Segurança do Paciente (PSP) como estratégia importante no ambiente hospitalar.

 

DISCUSSÃO

A amostra de documentos analisados e incluídos nesta pesquisa representa somente 0,44% de todas as pesquisas realizadas nos programas brasileiros de pós-graduação em Enfermagem, o que pode ser considerado um número muito baixo, uma vez que o cenário da terapia intensiva requer atenção diferenciada diante da sua especificidade.

Em relação à produção, a existência de apenas uma dissertação de mestrado profissional pode ser justificada pelo número inferior de programas em relação aos cursos acadêmicos.3 Ressalta-se que ainda são poucos os estudos que avaliam o impacto das produções em nível de mestrado profissional na enfermagem brasileira e esse tipo de programa encontra-se ainda em fase de consolidação para contribuir com desenvolvimento da profissão.8

Ao se tratar especificamente da temática da SP, considera-se que as discussões tiveram mais enfoque nas duas últimas décadas, especialmente a partir da publicação do relatório To err is human: building a safer health care system, que revelou elevado número de lesões e de mortes em pacientes decorrentes das práticas nos cenários de saúde.8,9

No cenário brasileiro, a atenção maior ao tema se deu em 2013, com a publicação da Portaria nº 529, de 1o de abril de 2013, que instituiu o PNSP com o objetivo de contribuir para a qualificação do cuidado em saúde em todos os estabelecimentos de saúde do território nacional.10 Esse fato pode ter colaborado para que o ano de 2013 apresentasse o maior número de dissertações referentes à SP na UTI.

Em relação aos objetos de estudos, percebeu-se mais expressividade para o estudo das lesões por pressão e das IRAs. Algumas pesquisas desenvolvidas por enfermeiros destacam que há boa produção científica no Brasil sobre a temática que envolve as LPPs e ressaltam que existe estreita relação entre a sua prevenção e a equipe de enfermagem. Ainda assim, esse fato é considerado um desafio no cenário hospitalar.11,12

No que diz respeito às IRAs, consideradas um problema de saúde pública, sabe-se que seu impacto na qualidade e SP é expressivo. Elas podem aumentar os indicadores de letalidade e morbidade dos serviços de saúde, bem como aumentar o tempo de permanência dos pacientes, os custos com a internação, o que os expõe a um número maior de procedimentos e intervenções. Destaca-se então o papel do enfermeiro no controle desses agravos, pois este atua diretamente com o paciente, gerencia equipes e pode assumir ainda funções específicas no controle de infecção hospitalar. Devido a essa problemática, é justificado o considerável número de estudos com esse enfoque.13

Outros temas objetos de estudos do documento apresentam também importante relação com a SP. Entre eles, sobressaiu-se a carga de trabalho da equipe de enfermagem e o dimensionamento de pessoal, que podem afetar diretamente a SP na UTI e em outros setores, quando os números reais não forem coerentes com as demandas de trabalho exigidas.14

Destaca-se, ainda, a cultura de SP, também objeto de algumas publicações, a qual pode ser definida como o conjunto de valores, atitudes, competências e comportamentos que determinam o comprometimento com a gestão da saúde e da segurança, substituindo a culpa e a punição pela oportunidade de aprender com as falhas e melhorar a atenção à saúde.10

 

CONCLUSÃO

O presente estudo apresentou uma consolidação das produções em nível de mestrado e doutorado no Brasil sobre a SP na UTI. Portanto, considera-se que tais documentos compõem um conjunto de dados com temas variados que estão inseridos no cuidado seguro, com mais predominância dos que envolvem as LPP e as IRAS.

Como limitações, podem ser citadas a ausência e a não padronização de algumas informações importantes nos resumos e no texto completo, o que dificultou o preenchimento de al-guns indicadores, bem como a indisponibilidade de algumas teses e dissertações nas bibliotecas virtuais das universidades, o que gerou considerável número de exclusões. Pode-se destacar também que o estudo foi realizado apenas com documentos produzidos a partir de relatórios de pesquisas brasileiras, o que impossibilita a comparação com a realidade de outras nações.

Ressalta-se que é importante o desenvolvimento de pesquisas semelhantes, uma vez que esses dados compilados tornam-se mais acessíveis à população de interesse no tema, bem como a necessidade de uma análise estruturada sobre as pesquisas desenvolvidas pela enfermagem brasileira, que pode salientar lacunas a serem investigadas.

Apresenta-se como recomendação final o desenvolvimento de estudos que caracterizem os anos subsequentes das publicações brasileiras, bem como pesquisas que explorem as produções strictu sensu de outros países, para conferir mais expressividade à temática.

 

REFERÊNCIAS

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