REME - Revista Mineira de Enfermagem

ISSN (on-line): 2316-9389
ISSN (Versão Impressa): 1415-2762

QUALIS/CAPES: B1
Periodicidade Continuada

Enfermagem UFMG

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Volume: 20:e943 DOI: http://www.dx.doi.org/10.5935/1415-2762.20160013

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Relato de experiência

Intercâmbio acadêmico internacional em enfermagem perioperatória: relato de experiência na graduação

International academic exchange program in perioperative nursing: experience report at graduation

Juliana Balbinot Reis Girondi1; Milena Lima Cerqueira2; Lúcia Nazareth Amante3; Karina Silveira de Almeida Hammerschmidt1; Darla Lusia Ropelato Fernandez4; Ana Paula Lampreia Banza Zarcos Palma5

1. Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Professora Adjunta. Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC, Departamento de Enfermagem, Residência Multiprofissional em Saúde. Florianópolis, SC - Brasil
2. Acadêmica. Instituto Politécnico de Beja, Escola Superior de Saúde - IPBeja. Curso de Enfermagem. Beja - Portugal
3. Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Professora Adjunta. UFSC, Departamento de Enfermagem, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem. Florianópolis, SC - Brasil
4. Enfermeira. Mestre em Enfermagem. Professora Substituta. UFSC. Departamento de Enfermagem. Florianópolis, SC - Brasil
5. Enfermeira. Professora Adjunta. Instituto Politécnico de Beja, Escola Superior de Saúde - IPBeja. Beja - Portugal

Endereço para correspondência

Juliana Balbinot Reis Girondi
E-mail: juliana.balbinot@ufsc.br

Submetido em: 07/09/2015
Aprovado em: 12/11/2015

Resumo

Trata-se de relato de experiência sobre a realização de intercâmbio acadêmico no Brasil por uma estudante de enfermagem de Portugal, cadastrada no Programa de Mobilidade Internacional Bartolomeu de Gusmão, no período de 11 de agosto de 2014 a 02 de outubro de 2014. O objetivo foi descrever a experiência de uma acadêmica de enfermagem portuguesa em programa de intercâmbio internacional no Brasil e suas vivências no âmbito da enfermagem perioperatória. O intercâmbio foi desenvolvido junto ao Programa de Graduação em Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina. A experiência possibilitou a aquisição de novos conhecimentos técnico-científicos e a formação de vínculos acadêmicos, propiciando o aperfeiçoamento da formação acadêmica, cultural e pessoal, a partir da inter-relação entre teoria e prática. A realização desse intercâmbio possibilitou a vivência de experiências significativas e enriquecedoras para os aspectos pessoais, acadêmicos e profissionais, contribuindo para o processo de internacionalização do curso de Enfermagem.

Palavras-chave: Enfermagem; Intercâmbio Educacional Internacional; Estudantes de Enfermagem, Educação em Enfermagem.

 

INTRODUÇÃO

Os intercâmbios e mobilidades estudantis durante o período universitário contribuem para ampliar os horizontes do graduando no cenário exterior, por meio do contato com diversidades culturais, permitindo a troca de experiências e facilitando o processo para o desenvolvimento de parcerias entre docentes e discentes.1,2

Em Portugal, com a publicação do Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior por meio da Lei nº 62/2007, ficou claramente definido que uma das missões do ensino superior era promover a mobilidade efetiva de estudantes e diplomados, tanto em nível nacional como internacional. Assim, uma das atribuições das instituições do ensino superior no país é a contribuição para a cooperação internacional e para a aproximação entre os povos, com especial destaque para os países de língua portuguesa e os países europeus. A partir dessa data intensificou-se a mobilidade externa e interna de estudantes e docentes.

Nesse contexto, a internacionalização do ensino superior visa ao desenvolvimento humano a partir do intercâmbio de saberes e estende os horizontes culturais e as possibilidades científicas e tecnológicas. Nessa perspectiva, os alunos desenvolvem capacidade de adaptação a novos contextos, espírito de iniciativa e fluência em línguas estrangeiras. Para os docentes, o intercâmbio propicia troca de saberes, desenvolvimento de parcerias na investigação e na inserção em redes de cooperação internacional.

O Instituto Politécnico de Beja (IPB) oferece aos alunos de qualquer área, durante a realização do curso de Licenciatura, a oportunidade de realizar duas experiências internacionais, uma em período de estudos e outra em período de estágio. O Programa Bartolomeu de Gusmão firma parceria de cooperação entre algumas Universidades Portuguesas e Universidades Federais Brasileiras, com o objetivo de contribuir para o fortalecimento da dimensão internacional a partir da mobilidade de estudantes, estagiários e docentes. É possível que qualquer aluno do IPB se inscreva para a realização de intercâmbio por meio desse programa, respeitando-se o número de vagas disponíveis e submetendo-se a processo seletivo específico, sendo disponibilizadas aos aprovados bolsas monetárias com o intuito de ajudar o aluno nos custos de estada e deslocamento.3

Dessa forma, o presente artigo objetiva relatar as experiências e vivências de acadêmica de enfermagem portuguesa durante a realização de mobilidade internacional entre Brasil e Portugal.

 

DESCRIÇÃO DA METODOLOGIA

Trata-se de relato de experiência sobre a realização de intercâmbio acadêmico no Brasil por uma estudante de enfermagem de Portugal, cadastrada no Programa de Mobilidade Internacional Bartolomeu de Gusmão, no período de 11 de agosto de 2014 a 02 de outubro de 2014. Este programa possibilita que os alunos, neste caso do Instituto Politécnico de Beja (Portugal), realizem pelo menos um semestre (período mínimo de quatro meses) e no máximo dois, em período teórico ou de estágio numa Universidade Brasileira.

Assim, houve a seleção de uma acadêmica de enfermagem do IPB para a realização de intercâmbio no Brasil, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Para tanto, a seleção dos conteúdos curriculares no Brasil foram escolhidos de modo a contemplar os conteúdos que envolvem o terceiro ano do curso de Licenciatura de Enfermagem em Portugal, referente à unidade curricular de Enfermagem em Especialidades Médico-Cirúrgicas. No Brasil, o currículo do curso de Enfermagem da UFSC dispõe de três disciplinas relacionadas à área médico-cirúrgica, selecionadas para que houvesse equivalência com a área escolhida para o intercâmbio: O Cuidado no Processo de Viver Humano II - Condição Cirúrgica de Saúde; O Cuidado no Processo de Viver Humano III - Condição Crítica de Saúde e; Enfermagem em Oncologia.

A UFSC viabilizou a realização de aulas teóricas e de estágio em Enfermagem no Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Thiago (HU/UFSC), possibilitando vivenciar situações no âmbito da enfermagem local e que culminaram com a construção deste relato. As atividades totalizaram 152 horas, incluindo atividades teóricas intercaladas com atividades práticas de campo.

 

DESCRIÇÃO DA EXPERIÊNCIA

No Brasil, experienciou-se oportunidade de observar a prática da enfermagem no período intraoperatório no centro cirúrgico do Hospital Universitário vinculado à instituição. Durante o período de quatro dias foi possível assistir a cirurgias, tais como: pleurectomia, hepatectomia segmentar, ressecção de tumor de boca e apendicectomia, bem como verificar as funções dos profissionais de enfermagem nesse ambiente. No âmbito da clínica cirúrgica foram realizadas atividades que permitiram praticar técnicas de enfermagem, executar o cuidado e compreender as diferenças nas competências do enfermeiro em Portugal e no Brasil. Nesse aspecto, as disciplinas teóricas são muito semelhantes, principalmente nos conteúdos teóricos, havendo diferença na dinâmica de apresentação das mesmas na organização dos blocos teórico e prático. Nesse período também foi possível observar diferenças na denominação dada a alguns objetos, doenças ou condições do ser humano, o que será apresentado posteriormente.

Como acadêmica de Enfermagem, todos os momentos vivenciados no contexto acadêmico ao longo do Programa de Mobilidade Internacional foram de aprendizagem e ensinamento para apreender diferentes técnicas e conceitos. Reforça-se que esse intercâmbio reflete a realidade de local e tempo determinados, nos quais houve oportunidade de identificar diferenças na prática da enfermagem, referenciando-se à realidade portuguesa.

Na sequência, serão apresentados os relatos da vivência mediante as seções: categoria profissional, turnos de trabalho, materiais e insumos para o cuidado, sistematização da assistência, extensão e pesquisa, aspectos legais e éticos na Enfermagem.

Categorias profissionais

Em Portugal, a Enfermagem é exercida apenas por enfermeiros, sendo os mesmos portadores de diploma do curso de licenciatura de Enfermagem. No Brasil, a profissão é exercida por enfermeiros e técnicos de enfermagem, sendo que a cada um cabe o exercício de diferentes funções. No entanto, é importante refletir que, apesar das diferenças funcionais entre ambas, as mesmas trabalham em sintonia e se complementam, pois elas consolidam a Enfermagem.4

Concernente aos aspectos legais da profissão de Enfermagem, destacam-se na Tabela 1 as atribuições privativas de cada categoria profissional segundo a legislação vigente do país.

 

 

Consoante as competências do enfermeiro, ao longo do período prático observou-se a existência de algumas diferenças nas competências diárias do enfermeiro, por exemplo: em Portugal, não faz parte da competência do enfermeiro realizar ausculta pulmonar, cardíaca e abdominal, no entanto, o enfermeiro deve saber interpretar e analisar o exame físico realizado pelo médico. Com o intercâmbio compreendeu-se que, ao realizar adequado e completo exame físico, é possível analisar o estado geral do paciente, melhorando a qualidade da assistência prestada pelo enfermeiro. A implementação do exame físico visa ao cuidado individualizado, holístico, humanizado e com embasamento científico.5,6

Também não faz parte da competência do enfermeiro em Portugal realizar coleta de gasometria arterial e aprazamento de medicações. E no Brasil a acadêmica teve a oportunidade de aprender a técnica e praticar; assim como de realizar o aprazamento de medicações. A gasometria arterial é exame indicado em situações em que há desequilíbrio acidobásico. No Brasil, o enfermeiro é responsável pela coleta de sangue, ato que demanda conhecimento específico e habilidade técnico-científica.7 Já o aprazamento de medicamentos é importante responsabilidade do enfermeiro brasileiro, pois do aprazamento ele organiza o plano terapêutico medicamentoso instituído aos pacientes.8

Turnos de trabalho

A Enfermagem é uma das profissões, na área da saúde, que se organiza com regime de trabalho por turnos. A carga horária para organização dos turnos constitui grande diferença na prática da enfermagem do Brasil e de Portugal.

Em Portugal o enfermeiro é alocado para turnos de 8 horas de trabalho, sendo os mesmos organizados em matutino, vespertino e noturno, com horários compreendidos, respectivamente, das 8 às 16 horas, das 16 à 0 hora e da 0 às 8 horas. No Brasil, o enfermeiro pode realizar turno com horário de 6, 8 ou 12 horas, consoante o seu contrato de trabalho. O horário noturno é realizado sem interrupções.

Outra divergência entre o turno de trabalho do enfermeiro nos dois países citados está no número de enfermeiros por turno. Em Portugal, numa unidade que comporta 30 leitos, há em média três enfermeiros no período matutino, quatro no período vespertino e dois no noturno. Já no hospital universitário brasileiro onde ocorreu essa prática, na unidade de internação cirúrgica há um enfermeiro, um residente de enfermagem e seis técnicos de enfermagem. Essa organização influencia na atuação do enfermeiro no cuidado direto com o paciente, pois parte de sua carga horária de trabalho está direcionada para o trabalho administrativo. Reforça-se que essa função administrativa é decisiva no bom desempenho do cuidado integral de enfermagem, porém em algumas situações pode distanciar o enfermeiro dos pacientes. Ainda se constatou que existem enfermeiros brasileiros que conseguem organizar seu turno de trabalho de tal forma que não comprometem o cuidado direto ao paciente em condição perioperatória.

Nesse contexto, cabe destacar que, no Brasil, a maioria dos hospitais compõe a rede de atenção do Sistema Único de Saúde (SUS), o sistema de saúde pública vigente no país. Nessas instituições, a enfermagem realiza significativa parcela da assistência ao sujeito hospitalizado, portanto, a organização do trabalho da categoria, buscando modelos de organização do trabalho, é indispensável e deve ser permeada pelo cuidado integral a esse paciente.9

Materiais e instrumentos para o cuidado

Comparando-se os dois cenários, há diferenças nos materiais e utensílios utilizados na prática clínica. Apesar de em ambos os países predominar a língua portuguesa, existem diferenças nos termos técnicos adotados, o que representou a maior dificuldade vivenciada pela acadêmica durante o intercâmbio. Alguns termos utilizados para denominar certos objetos e terminologias utilizados no cuidado são apresentados na Tabela 2.

 

 

Sistematização da assistência

Em relação à sistematização de enfermagem, Portugal utiliza a Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem (CIPE); e no Brasil isso é muito variável. No contexto da experiência na clínica cirúrgica, a acadêmica aprendeu a utilizar a North American Nursing Diagnosis Association (NANDA). A grande vantagem desse aprendizado foi ter tido a oportunidade de manusear e explorar classificação diferente da CIPE. No entanto, é pertinente a internacionalização da linguagem para que, como categoria profissional, todos possam adotar as mesmas terminologias, aumentando a compreensão e segurança do cuidado de enfermagem. A partir desses aprendizados a acadêmica ampliou o senso crítico em relação à CIPE, ressaltando a inexistência de espaço nessa metodologia, relativo à justificação das intervenções para que o enfermeiro possa salvaguardar-se e fundamentar as suas ações.

Extensão e Pesquisa

A experiência despertou especial interesse pela área cirúrgica, nomeadamente sobre os cuidados à pessoa ostomizada, devido aos materiais e instrumentos utilizados no cuidado de enfermagem a esses pacientes. Por esse motivo, e com grande incentivo do corpo docente da UFSC, houve participação da acadêmica no Grupo de Apoio à Pessoa Ostomizada (GAO). O GAO configura-se num projeto de extensão de fluxo contínuo que tem como premissas a qualidade de vida e a inserção social de pessoas estomizadas, com feridas e com incontinências urinária e anal, acompanhadas em suas redes de apoio social: seus cuidadores; profissionais; estudantes; e gestores de saúde. Nesse processo também foram estabelecidos contatos para possível parceria entre as universidades, com o objetivo de desenvolver trabalhos de pesquisa que venham a estimular e desenvolver novos conhecimentos para aprimorar a prestação de cuidados aos pacientes.

Isso remete a outra grande diferença relativa às instituições de ensino do Brasil e de Portugal: o desenvolvimento científico e investigação. Comparativamente ao Brasil, em Portugal esse aspecto ainda é pouco explorado. Grupos de extensão ou de pesquisa no IPB não existem e, por isso, os acadêmicos não têm tanto envolvimento em trabalhos realizados no âmbito de investigação. No currículo do CLE há somente uma disciplina anual referente à investigação, no entanto, remete à teoria e existem poucas oportunidades para a prática.

Aspectos legais e éticos da enfermagem

Em Portugal não existia algum suporte jurídico que estabelecesse as competências dos profissionais da Enfermagem até 1995, quando foi criado o Regulamento do Exercício Profissional do Enfermeiro (REPE), que tem como base o Decreto-Lei nº 161/96, de 4 de setembro de 1996 10, no qual dá indicações sobre as funções do enfermeiro. A enfermagem é exercida pelo enfermeiro que concluiu o curso de Licenciatura em Enfermagem. Para o exercício profissional, ao licenciado em Enfermagem deve ser atribuído o título profissional pela obtenção de uma cédula profissional a emitir pela Ordem dos Enfermeiros.

No Brasil, o documento jurídico que regulamenta as competências dos profissionais de Enfermagem é a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 19864, que clarifica que a Enfermagem é exercida pelo enfermeiro, profissional de nível superior e técnico de enfermagem, profissional de nível técnico. Existem ainda as categorias auxiliar de enfermagem e parteira, segundo a legislação, mas que têm sido vetadas nos últimos anos, de modo que aqueles que se encontram a exercer a profissão são os que já tinham o título das mesmas quando houve indicação para a sua extinção e não são formados novos profissionais. Em qualquer uma das profissões só se entende por enfermeiro ou técnico de enfermagem aqueles que sejam titulares do diploma ou certificado expedido de acordo com a legislação e registrado pelo órgão competente.

 

CONCLUSÃO

O intercâmbio na graduação em Enfermagem entre Portugal e Brasil possibilitou a vivência de experiências, defrontando-se como significativas e enriquecedoras para os aspectos pessoais, acadêmicos e profissionais. A mobilidade internacional se configura como experiência ímpar, com oportunidade de conhecer a estrutura, rotina e funcionamento da instituição, conviver com as pessoas que ali trabalham, com sua cultura, dialetos, hábitos, agregando valores para crescimento profissional e pessoal.

Os diferentes métodos, materiais e linguagem utilizados na realidade brasileira e portuguesa demonstram diferenças culturais e no âmbito do cuidado. As reflexões sobre as classificações utilizadas na enfermagem, CIPE e NANDA possibilitaram ampliar os conhecimentos e fortalecer informações que qualificam a assistência de enfermagem.

No âmbito da legislação há peculiaridades, com ênfase na realidade brasileira para a realização de diagnóstico de enfermagem, organização, assistência, gestão e educação. Em relação ao conhecimento adquirido sobre as diferentes categorias profissionais de Enfermagem, segundo a realidade de Portugal e do Brasil, foi fortalecida a amplitude das equipes brasileiras, com profissionais graduados e técnicos.

 

REFERÊNCIAS

1. Bubadué RM, Carnevale F, Paula CC, Padoin SMM, Neves ET. Participação em programa de intercâmbio internacional: contribuições da experiência de graduação-sanduíche em enfermagem. Rev Enferm UFSM. 2013[citado em 2014 set 20];3(3):555-62. Disponível em: http://dx.doi.org/10.5902/217976927922.

2. Souza Jr JM. A internacionalização e a mobilidade na Educação Superior: o debate na América Latina. Rev Iniciac Cient FFC. 2010[citado em 2014 set 20];10(2). Disponível em: http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ric/article/view/345/376.

3. Portugal. Instituto Politécnico de Beja. Gabinete de Mobilidade Internacional. Programa Bartolomeu de Gusmão. 2014[citado em 2014 set 28]. Disponível em: https://www.ipbeja.pt/servicos/gmc/Paginas/Brasil.aspx

4. Brasil. Lei nº 7.498 de 25 de junho de 1986. Dispõe sobre a regulamentação do exercício da enfermagem, e dá outras providências. Brasília; Cofen; 1986[citado em 2015 fev 02]. Disponível em: http://site.portalcofen.gov.br/node/4161.

5. Santos N, Veiga P, Andrade R. Importância da anamnese e do exame físico para o cuidado do enfermeiro. Rev Bras Enferm. 2011[citado em 2015 fev 03]; 64(2):355-8. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/reben/v64n2/a21v64n2.pdf.

6. Patrício ACFA, Alves KL, Santos JS, Araruna PC, Duarte MCS, Rodrigues MMD. Physical cardiorspiratory examination: knowledge of nursing students. J Res Fundam Care. 2015[citado em 2015 feb 03];7(1):1967-74. Disponível em: http://dx.doi.org/10.9789/2175-5361.2015.v7i1.1967-1974

7. Soler V, Sampaio R, Gomes MR. Gasometria arterial - evidências para o cuidado de enfermagem. CuidArte Enferm. 2012[citado em 2015 fev 03]; 6(2):78-85. Disponível em: http://bases.bireme.br/cgi-bin/wxislind.exe/iah/online/?IsisScript=iah/iah.xis&src=google&base=BDENF&lang=p&nextAction=lnk&exprSearch=23986&indexSearch=ID

8. Silva LD, Matos GC, Barreto BG, Albuquerque DC. Drug scheduling for nurses in prescriptions at sentinel hospital. Texto Contexto Enferm. 2013[citado em 2015 mar 15];22(3):722-30. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/tce/v22n3/en_v22n3a19.pdf.

9. Oro J, Matos E. Possibilities and limits of organization of nursing work in the comprehensive care model in a hospital institution. Texto Contexto Enferm. 2013[citado em 2015 mar 15];22(2):500-8. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/S0104-07072013000200028.

10. Portugal. Decreto-Lei nº 161 de 4 de Setembro de 1996. Regulamenta o Exercício Profissional do Enfermeiro. 1996[citado em 2015 fev 02]. Disponível em: http://www.ordemenfermeiros.pt/AEnfermagem/Documents/REPE.pdf.

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